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Para elaborar o estudo, a KPMG pediu que os entrevistados citassem
os três mercados nos quais serão contabilizados os maiores
incrementos de receita. Se consideradas apenas as respostas que
colocaram o Brasil como a principal geografia na qual a empresa
pretende crescer, o País aparece em segunda posição no ranking,
citado por 14% dos executivos, perdendo apenas para a China, que
concentrou 60% das intenções.
De acordo com Frank
Meylan, sócio da área de tecnologia e performance da KPMG no Brasil,
o resultado sinaliza importantes investimentos no mercado nacional.
“O estudo mostra que o País pode ter um grande aumento em seu parque
tecnológico e da infraestrutura de produção”, analisa Meylan.
Prova
disso está no fato de que o levantamento apontou que 47% dos
entrevistados indicaram que há uma expectativa de aumento no número
das vagas de empregos no Brasil. O que, segundo o sócio da KPMG,
representa um indicador positivo, porém merece uma atenção especial.
"É importante formar recursos humanos especializados para suportar
esse crescimento", elenca o especialista, ao lembrar que hoje existe
uma falta de mão de obra qualificada no setor. “Nos próximos dois
anos, a disputa por profissionais de qualidade ficará mais acirrada
e exigirá políticas de contratação e retenção mais fortes por parte
das companhias”, avalia o sócio da KPMG.
Fonte texto:
www.guiame.com.br
Fonte Foto: Divulgação |